Um solitário homem vive num cômodo com paredes de concreto, quebrando cada uma com uma marreta deformada. Estava em busca de uma passagem secreta pra algum lugar bem distante daquele mundo monocromático; porém, quanto mais ele quebra, mais parece estar preso.
"E era montado num foguete destes que ele saía do quarto a voar outra vez pela mesa da sala, pelas grades da varanda, pelas cercas do quintal. E todo mundo ficava alegre de novo, ao ver de volta a alegria da rua!" (Ziraldo)
domingo, 6 de setembro de 2009
domingo, 30 de agosto de 2009
[OFF] Não morri...
Só estou ocupado. Demais até. Vocês não fazem ideia do quanto estou atarefado, repleto de textos (gigantes) para ler e resumir. Faculdades malditas!! >.< A todos que estão preocupados, principalmente a Aninha, saibam que agora tenho ajuda logística dos meus padrinhos; não passarei mais a dormir às 2:00 da manhã e ter que acordar às 5 pra chegar na facul e não ter aula. Agora irei dormir na casa deles nas terças e quartas. Talvez com isso, eu fique menos exausto e possa ganhar tempo pra escrever os contos. Não quero chegar ao ponto de abandonar este blog. De jeito nenhum!
Um bjo a todos que agora eu vou começar a ler um texto de 40 páginas oO"
E ainda tenho que resumi-lo. Sim, não estou nada feliz com isso :(
Um bjo a todos que agora eu vou começar a ler um texto de 40 páginas oO"
E ainda tenho que resumi-lo. Sim, não estou nada feliz com isso :(
domingo, 16 de agosto de 2009
Uma carta.
Meu amor,
Não tenho muito que falar. Sei que você está cansada de mim. Eu também estou cansado de mim. Aliás, acho que o mundo inteiro está cansado de mim.
Sei que nunca te dei algum tempo direito pra sair, curtir um cinema, dar uma volta no parque, como nos velhos tempos. Te expliquei da minha nova rotina – poxa, fazer duas faculdades é complicado, gatinha, você sabe – mas você não entendeu.
Não tenho muito que falar. Sei que você está cansada de mim. Eu também estou cansado de mim. Aliás, acho que o mundo inteiro está cansado de mim.
Sei que nunca te dei algum tempo direito pra sair, curtir um cinema, dar uma volta no parque, como nos velhos tempos. Te expliquei da minha nova rotina – poxa, fazer duas faculdades é complicado, gatinha, você sabe – mas você não entendeu.
Pois é, não te dei a atenção que você merece. E perdi o que é mais importante: seu amor.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
terça-feira, 11 de agosto de 2009
domingo, 9 de agosto de 2009
Dia da cidadania - 5ª parte
Alguns metros adiante, desabafei:
_Tio, eu não deveria ter ido com o senhor pra Junta. Fui desonesto com cada um que estava ali na fila e, principalmente, comigo.
_Meu filho, você ainda vai aprender a viver. Isso é só o começo.
_Mas...
_Você não acha que se qualquer um daqueles rapazes, incluindo os que te desaprovaram, tivessem alguma influência dentro das Forças Armadas, não teriam feito o mesmo que você?
_Não sei, tio, mas, de qualquer forma, obrigado pela ajuda.
_Ah, Deus, essa juventude... de nada, filho.
Despedi-me do tio na prefeitura e fui a pé pra casa. O sol estava forte pacas e eu já pensava em tirar a camisa. Porém, lembrei que não seria nada agradável para os outros ver um monte de banhas balançando pela Via Light. Snif, ó, céus, me sinto tão vazio...
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Ídolo e fã.
- Meu Jesus, não acredito que é você!
Sim, era ela mesmo. Jelly Bee em carne e osso, sentada ao lado de sua poltrona. Nunca a tinha visto fora das telas e das revistas.
- Maluco, quando eu contar pros meus amigos que voei ao seu lado...
- Eh... o senhor deixou sua mochila cair.
A mochila estava largada no chão. Pareceria um defunto, se não fosse cheia de cores, desenhos e letras grandes e chamativas. Rapidamente, o tiozão a pegou e colocou no porta-malas acima das poltronas.
Desengonçado que só, ele se ajeitou para mais próximo da atriz/cantora/compositora/dançarina.
- Você sempre pega esse vôo?
- disse o "Don Juan."
- Aff...
Sim, era ela mesmo. Jelly Bee em carne e osso, sentada ao lado de sua poltrona. Nunca a tinha visto fora das telas e das revistas.
- Maluco, quando eu contar pros meus amigos que voei ao seu lado...
- Eh... o senhor deixou sua mochila cair.
A mochila estava largada no chão. Pareceria um defunto, se não fosse cheia de cores, desenhos e letras grandes e chamativas. Rapidamente, o tiozão a pegou e colocou no porta-malas acima das poltronas.
Desengonçado que só, ele se ajeitou para mais próximo da atriz/cantora/compositora/dançarina.
- Você sempre pega esse vôo?
- Aff...
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